Nossa... difícil falar do meu filhote depois de tanto tempo... vou começar de trás pra frente...
11/02/1998 (uma quarta-feira), às 20:00h - nasceu meu filhote Breno, com 3600g, 50 cm, apgar: 9/10, perímetro cefálico: 36cm, de parto normal, com 40 semanas e 2 dias, era Lua Cheia (exatamente no dia da virada). Minha DUM: 05/05/1997 (segunda-feira), minha DPP: 09/02/1998. Eu tinha 22 anos e engordei 11kg. Tipo sanguíneo dele: A+. Signo: Aquário. Breno, do gaulês, significa chefe, dirigente.
Meu maior sonho era ter meu bebê. Sempre quis ter uma filha. Um dia sonhei que estava numa casa (quer era a minha) e eu via nitidamente um garotinho de uns 5 aninhos, magrelinho, cabelinho liso, loirinho em pé ao lado de um berço onde estava uma garotinha de cabelos negros cacheados, ela era gordinha. Eram meus filhos... tudo errado... apenas acertei que meu primeiro filho foi menino e a segunda uma menina...
Quando engravidei, sabia que era menino, nunca olhei uma roupinha de menina sequer. Tinha certeza que era meu príncipe! E era, com 12 semanas de gestação, numa ecografia, veio a confirmação. Minha vida era esse bebê. Como eu amo meu filho.
Quando ele estava com 11 dias de nascido, meu irmão caçula faleceu. Um baque... uma grande tristeza pra todos nós e o Breno foi o bálsamo nesse momento.
Com seis meses de vida eu voltei a morar na casa dos meus pais, eu fazia faculdade a noite, trabalhava o dia todo, mal via meu filho... uma luta... ele crescia e eu não acompanhava... mas passeávamos muito nos fins de semana, levei ele em vários lugares.
Breno andou faltando 1 semana para seu primeiro aninho! Lindão da mamãe!!! Ele sempre falou tudo certinho, tão bonitinho, falou cedo, só tinha dificuldade na letra "r" no meio da palavra, como no seu nome "Breno"... foi difícil ele aprender a tremer a língua...
Ele aprendeu as letras e números rápido e fácil. Tinha muita curiosidade com o relógio e ficava todo o tempo perguntando para o meu pai as horas, aliás, meu pai que foi o grande alfabetizador do Breno. Os dois ficavam horas sentados juntos do lado de fora de casa, olhando o céu, riscando o chão... saudades daqueles tempos que não voltam mais...
Com 3 aninhos comecei a levar ele pra escola comigo, eu estava trabalhando numa creche na Samambaia (Creche Castelo Encantado - "Colégio das Irmãs"), e ele começou a frequentar. Ele se achava... só porque era filho de uma das professoras... kkkk
Logo no início ele levou uma super mordida de uma menininha da turma dele... nossa... ficou preto o bracinho dele.
O Breno sempre me deu trabalho na escola no sentido de não ficar quieto, calado. Sempre foi de muita conversa, em todo lugar... o Breno tem amizades que eu não conheço, porque ele puxava conversa com o povo... é mole?
Depois eu consegui uma vaga pra ele estudar no SESI da Ceilândia. Ele fazia o Jardim III lá na parte da tarde e pela manhã eu o levava para a escola que eu trabalhava. Uma professora da escola levava ele pra sala dela e ficava lá, ele aprendendo o que as crianças estavam aprendendo também, até que ela disse que ele tinha feito as provas e tinha tirado nota maior que a maioria dos alunos, que eu devia matricular ele na turma dela... depois de muito pensar e debater, resolvi matricular ele na 2ª série.. ele pulou a primeira série. Sei que foi difícil pra ele se adaptar porque era menor do que os outros, sem contar os que reprovavam, então na turma tinha crianças até 3 ou 4 anos mais velhos do que ele... mas ele superou.
Uma época ele sentiu falta de amigos. Doeu meu coração no dia em que meu filho me perguntou porque ninguém gostava dele na escola. Ele sempre foi muito sozinho (único filho até os 10 anos, único neto e sobrinho até os 06 anos). Era difícil pra ele repartir as coisas, brincar em grupo, sempre tão sozinho, rodeado de adultos...
29/07/2011 - O Breno, hoje com 13 anos, está tão preguiçoso pra estudar, está respondão... a vida dele é só brincar, é vídeo-game, é TV, é computador... ficou de recuperação em 3 matérias nesse 1º semestre. Ano passado foi o ano inteiro se arrastando e quase não passa de ano, o conselho de classe que o aprovou... amo demais meu filho, mas esse comportamento dele tá me deixando triste demais.
Quando ele estava com 11 dias de nascido, meu irmão caçula faleceu. Um baque... uma grande tristeza pra todos nós e o Breno foi o bálsamo nesse momento.
Com seis meses de vida eu voltei a morar na casa dos meus pais, eu fazia faculdade a noite, trabalhava o dia todo, mal via meu filho... uma luta... ele crescia e eu não acompanhava... mas passeávamos muito nos fins de semana, levei ele em vários lugares.
Breno andou faltando 1 semana para seu primeiro aninho! Lindão da mamãe!!! Ele sempre falou tudo certinho, tão bonitinho, falou cedo, só tinha dificuldade na letra "r" no meio da palavra, como no seu nome "Breno"... foi difícil ele aprender a tremer a língua...
Ele aprendeu as letras e números rápido e fácil. Tinha muita curiosidade com o relógio e ficava todo o tempo perguntando para o meu pai as horas, aliás, meu pai que foi o grande alfabetizador do Breno. Os dois ficavam horas sentados juntos do lado de fora de casa, olhando o céu, riscando o chão... saudades daqueles tempos que não voltam mais...
Com 3 aninhos comecei a levar ele pra escola comigo, eu estava trabalhando numa creche na Samambaia (Creche Castelo Encantado - "Colégio das Irmãs"), e ele começou a frequentar. Ele se achava... só porque era filho de uma das professoras... kkkk
Logo no início ele levou uma super mordida de uma menininha da turma dele... nossa... ficou preto o bracinho dele.
O Breno sempre me deu trabalho na escola no sentido de não ficar quieto, calado. Sempre foi de muita conversa, em todo lugar... o Breno tem amizades que eu não conheço, porque ele puxava conversa com o povo... é mole?
Depois eu consegui uma vaga pra ele estudar no SESI da Ceilândia. Ele fazia o Jardim III lá na parte da tarde e pela manhã eu o levava para a escola que eu trabalhava. Uma professora da escola levava ele pra sala dela e ficava lá, ele aprendendo o que as crianças estavam aprendendo também, até que ela disse que ele tinha feito as provas e tinha tirado nota maior que a maioria dos alunos, que eu devia matricular ele na turma dela... depois de muito pensar e debater, resolvi matricular ele na 2ª série.. ele pulou a primeira série. Sei que foi difícil pra ele se adaptar porque era menor do que os outros, sem contar os que reprovavam, então na turma tinha crianças até 3 ou 4 anos mais velhos do que ele... mas ele superou.
Uma época ele sentiu falta de amigos. Doeu meu coração no dia em que meu filho me perguntou porque ninguém gostava dele na escola. Ele sempre foi muito sozinho (único filho até os 10 anos, único neto e sobrinho até os 06 anos). Era difícil pra ele repartir as coisas, brincar em grupo, sempre tão sozinho, rodeado de adultos...
29/07/2011 - O Breno, hoje com 13 anos, está tão preguiçoso pra estudar, está respondão... a vida dele é só brincar, é vídeo-game, é TV, é computador... ficou de recuperação em 3 matérias nesse 1º semestre. Ano passado foi o ano inteiro se arrastando e quase não passa de ano, o conselho de classe que o aprovou... amo demais meu filho, mas esse comportamento dele tá me deixando triste demais.
19/12/2011 – Fui buscar o boletim dele na escola hoje, pois tinha ficado de recuperação em Português e História. Graças a Deus ele conseguiu passar!! Próximo ano ele irá para o Ensino Médio... vai estudar pela manhã (junto com a Júlia). Preciso pegar no pé dele ano que vem porque o Ensino Médio, além de ser bem mais difícil, pelo número de matérias e pelo conteúdo, precisa tirar boas notas para ser aprovado no vestibular da UnB.
Vou ajudar meu filhote o máximo possível!!!
Te amo filhão!!! Muito!!!!!!!!!!!!!!
03/05/2012 - Breno parece ter se adaptado bem na turma do Ensino Médio. Fez muitas amizades. Agora ele tem Facebook e vive no bate papo. Tem se interessado pelas meninas e parece que andou namorando(ou ficando, como é moda nos dias de hoje).
Na quarta-feira ele fica o dia todo na escola e então almoço por lá. Meu coração fica pequenininho, apreensivo, com medo. Mas ele sabe se virar. Meu filhote tá cada dia mais lindo e inteligente. Continua respondão e me dói tanto quando ele me trata mal. Queria que ele sentisse o que eu sinto quando ele me dá mal resposta. Mas um dia ele vai ser pai e vai saber o que é isso. O que nunca vai mudar é meu amor por ele. Isso nunca! Amo você, Breno, hoje e sempre! Cada dia mais!!!
Deus te proteja, meu filho!
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